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Autora transforma Camões numa viagem de vida e inspira alunos em Ourém

artigocompleto

GIFT - Geoscience Information For Teachers

A professora Ana Freire (Fisica e Química, da Escola Básica e Secundária de Ourém) está, entre os dias 3 e 7 de maio, a participar no GIFT - Geoscience Information For Teachers - da Assembleia Geral da European Geosciences Union, EGU26, com o tema geral "Projects on Natural Hazards, Human Impact and Earth's Resources at School".
Nesta assembleia, que decorre em Viena, os professores de diferentes países têm oportunidade de partilhar experiências no âmbito das Geociências e de contactar com cientistas desta área científica.
A professora do nosso agrupamento desenvolveu um projeto de energias renováveis, destacando a energia solar e a sua utilização em fornos solares.
O projeto “Hands on Renewable Energy for Earth System Learning”   foi desenvolvido com a participação dos alunos da turma 10 C, sendo apresentado no Vienna International Centre na tarde do dia 5 de maio. 

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Ensino Profissional em Londres

Um grupo de alunos do 11.º e do 12.º anos do ensino secundário profissional, acompanhado por duas professoras, realizou uma enriquecedora visita de estudo a Londres, entre os dias 18 e 21 de abril. Esta experiência proporcionou aos participantes a oportunidade única de contactar diretamente com locais emblemáticos que, até então, apenas conheciam através dos manuais de Inglês — passando agora a vê-los e vivenciá-los de perto.

Ao longo da estadia, foram visitados diversos pontos de referência da cidade, tais como London Bridge, HMS Belfast, Tower Bridge, Millennium Bridge, Parlamento Britânico, Big Ben, Abadia de Westminster, Downing Street n.º 10, Horse Guards Building, Trafalgar Square, St. James Park, Palácio de Buckingham, Museu Madame Tussauds, bem como zonas icónicas como Oxford Street, Regent’s Street, Piccadilly, Leicester Square, Chinatown e Covent Garden. Houve ainda tempo para explorar o Museu de História Natural e desfrutar de um agradável passeio de barco no rio Tamisa.

Esta visita teve como principais objetivos desenvolver competências linguísticas em língua inglesa através do contacto direto com falantes nativos, motivar os alunos para a aprendizagem da língua, promover a educação intercultural e dar a conhecer os costumes, as tradições e o modo de vida britânico. A experiência revelou-se extremamente positiva, contribuindo para o desenvolvimento de competências sociais, como a convivência, a cooperação e o respeito pela diversidade cultural. Para alguns alunos, esta foi também a primeira viagem de avião, tornando a experiência ainda mais marcante e inesquecível.

Os alunos regressaram encantados, radiantes e muito felizes com esta vivência além-fronteiras, que certamente ficará na memória de todos.

Porque a escola é um espaço vivo de aprendizagem que vai muito além das paredes da sala de aula, esta iniciativa reforça a importância de proporcionar experiências práticas e significativas. A educação concretiza-se também fora dos muros da escola, através da interação com o mundo.


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Entre jogos, música e fé: alunos do 5.º Ano de EMRC vivem uma aventura em Fátima

 

No dia 22 de abril, 68 alunos do 5.º ano do Agrupamento de Escolas de Ourém viveram um dia diferente ao participarem no XIII Encontro Interescolas diocesano de EMRC, em Fátima.

Entre animação, jogos e muitos sorrisos, o tema “Arrisca-te!” fez-se sentir do início ao fim. A manhã começou com muita energia e até magia, seguida de um divertido jogo de pistas em equipa.

Depois do almoço partilhado, a tarde trouxe música, coreografias e, para terminar, uma caminhada especial até ao Santuário de Fátima, onde houve tempo para um momento de silêncio e reflexão.

Foi um dia cheio de partilhas, novas amizades e boas memórias. 

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A HORTA BIOLÓGICA DA EBI DE FREIXIANDA

À semelhança do ano letivo anterior, a horta biológica do Clube Eco Escolas continua a dar “os seus frutos” com a ajuda primordial do professor João Oliveira, do aluno Luís Rocha e, muito esporadicamente, de outros alunos e professores.

Logo no início do regresso às aulas, no mês de outubro, foi necessário arrancar as ervas daninhas e preparar a terra para poder plantar e semear novamente (alface, cebolo, várias qualidades de couve, ervilhas, favas, morangueiros...). Tudo sem o recurso a produtos químicos... Também foi tempo de reforçar o composto para dar força às novas culturas.
A Feira de Outono, promovida pela associação de pais e pelos professores de primeiro ciclo foi ocasião de começar a reforçar as variedades plantadas, em especial os morangueiros, cebolas e couves.
Dezembro permitiu a colheita das primeiras alfaces...
Janeiro viu nascer o cantinho das ervas aromáticas: coentros, manjericão e salsa.
Apesar da Depressão Kristin ter derrubado muitas árvores do espaço exterior da escola, a horta não foi atingida e as chuvas de janeiro e fevereiro foram essenciais para encher o depósito (instalado o ano passado com a colaboração da Junta da União de Freguesias) para a rega das culturas.
Fim de fevereiro e março foi o regresso à horta...
O terreno junto ao forno começou a ser limpo de plásticos, porque ao longo de anos os sacos com folhas para compostagem foram ali deixados misturados com muito lixo, sem aproveitamento. Quando esta tarefa estiver concluída, haverá um novo espaço fértil para instalar novas culturas.
A professora de Educação Especial Ana Sofia Valério fez questão de oferecer algumas vides para plantar e formar um parreiral, encostado à rede que delimita a horta.
Abril trouxe as primeiras colheitas: ervilhas, favas, grelos das couves e muitas alfaces...
Durante as interrupções letivas, com a falta de chuva, a colaboração das assistentes operacionais Fátima Neves e da Manuela Abreu foram essenciais para manter o ritmo de rega, tanto nas culturas da estufa, como nas de exterior.
Maio e junho também vão ser meses importantes para a nossa horta. Haverá ainda muito para colher: feijão, morango, pepino, cebola, brócolo, couve e mais alface. Venha mais água da chuva para aproveitar para regar...
Os alunos do pré-escolar têm igualmente o projeto “Mãos à horta” que está a crescer, pouco a pouco. Iniciaram as plantações em vasos e estão à espera de floreiras, que ficarão junto ao edifício das suas aulas para replantar.
Relembra-se que toda a ajuda, desde alunos, encarregados de educação ou assistentes operacionais, consoante a sua disponibilidade, será bem-vinda. 

 

 

 

 

 

À semelhança do ano letivo anterior, a horta biológica do Clube Eco‑Escolas continua a dar “os seus frutos” com a ajuda primordial do professor João Oliveira, do aluno Luís Rocha e, muito esporadicamente, de outros alunos e professores.

Logo no início do regresso às aulas, no mês de outubro, foi necessário arrancar as ervas daninhas e preparar a terra para poder plantar e semear novamente (alface, cebolo, várias qualidades de couve, ervilhas, favas, morangueiros…). Tudo sem o recurso a produtos químicos… Também foi tempo de reforçar o composto para dar força às novas culturas.

A Feira de Outono, promovida pela associação de pais e pelos professores de primeiro ciclo foi ocasião de começar a reforçar as variedades plantadas, em especial os morangueiros, cebolas e couves.

Dezembro permitiu a colheita das primeiras alfaces…

Janeiro viu nascer o cantinho das ervas aromáticas: coentros, manjericão e salsa.

Apesar da Depressão Kristin ter derrubado muitas árvores do espaço exterior da escola, a horta não foi atingida e as chuvas de janeiro e fevereiro foram essenciais para encher o depósito (instalado o ano passado com a colaboração da Junta da União de Freguesias) para a rega das culturas.

Fim de fevereiro e março foi o regresso à horta…

O terreno junto ao forno começou a ser limpo de plásticos, porque ao longo de anos os sacos com folhas para compostagem foram ali deixados misturados com muito lixo, sem aproveitamento. Quando esta tarefa estiver concluída, haverá um novo espaço fértil para instalar novas culturas.

A professora de Educação Especial Ana Sofia Valério fez questão de oferecer algumas vides para plantar e formar um parreiral, encostado à rede que delimita a horta.

Abril trouxe as primeiras colheitas: ervilhas, favas, grelos das couves e muitas alfaces…

Durante as interrupções letivas, com a falta de chuva, a colaboração das assistentes operacionais Fátima Neves e da Manuela Abreu foram essenciais para manter o ritmo de rega, tanto nas culturas da estufa, como nas de exterior.

Maio e junho também vão ser meses importantes para a nossa horta. Haverá ainda muito para colher: feijão, morango, pepino, cebola, brócolo, couve e mais alface. Venha mais água da chuva para aproveitar para regar…

Os alunos do pré-escolar têm igualmente o projeto “Mãos à horta” que está a crescer, pouco a pouco. Iniciaram as plantações em vasos e estão à espera de floreiras, que ficarão junto ao edifício das suas aulas para replantar.

Relembra-se que toda a ajuda, desde alunos, encarregados de educação ou assistentes operacionais, consoante a sua disponibilidade, será bem-vinda.
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