No âmbito das atividades desenvolvidas na disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica, foi dinamizado, no decorrer do primeiro semestre, o concurso de presépios, desafio lançado aos alunos do 1.º e 2.º Ciclos do nosso Agrupamento.
É já uma das atividades tradicionais que a disciplina de EMRC propõe e através da qual promove os valores da responsabilidade, participação, partilha e cooperação.
A edição deste ano contou com a participação de alunos dos centros escolares Beato Nuno (Fátima), Olival, Freixianda, Pinheiro e do 2.º Ciclo da Escola Básica e Secundária de Ourém, valorizando a interação entre a escola e a família.
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No âmbito da comemoração do Dia da Internet Mais Segura, os alunos do Curso Profissional Técnico de Multimédia, bem como alunos do 2.º e 3.º ciclo do Agrupamento de Escolas de Ourém, participaram em diversas atividades com o objetivo de sensibilizar para um uso mais seguro e responsável da internet.
Entre as iniciativas promovidas, destacaram-se a participação nos desafios do SeguraNet, a criação de cartazes, molduras e um vídeo educativo, abordando temas como a proteção de dados pessoais, a prevenção do cyberbullying e o uso consciente das redes sociais. Durante as atividades, os alunos foram ainda desafiados a refletir sobre os impactos das suas ações no mundo digital, promovendo assim, uma maior consciencialização sobre a cibersegurança.
A iniciativa contou com a colaboração de professores de Informática, que orientaram e incentivaram os alunos a explorar boas práticas para garantir uma navegação segura e responsável.
O Agrupamento de Escolas de Ourém reafirma assim o seu compromisso na formação de cidadãos digitais conscientes e responsáveis, promovendo iniciativas que incentivam a segurança e o bem-estar no espaço virtual.
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De 4 a 7 de fevereiro, no nosso Agrupamento, decorreu o projeto diocesano “Sonhar com Deus o Mundo!”. No âmbito da disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica, foram várias as turmas, do 5.º ao 10.º Ano, na EBSO e na EBI de Freixianda, que receberam a visita da equipa missionária que, numa dinâmica entusiasmante, desafiou os alunos a descobrirem que são protagonistas de um mundo melhor, mais justo e solidário, a partir dos dons que Deus lhes deu e dos sonhos que habitam os seus corações.
Desde testemunhos na primeira pessoa, à partilha de experiências inspiradoras, foram muitos os momentos que proporcionaram aos alunos, não só a reflexão sobre o tema proposto, como também a oportunidade de desmistificarem alguns preconceitos relativos à vida religiosa.
No final de cada aula, foi visível a satisfação dos alunos, contagiados pela alegria que a equipa missionária/vocacional lhes transmitiu, desafiando-os a participarem na vida da comunidade, segundo os valores evangélicos da verdade, da justiça, da liberdade e da paz e a construírem, a partir da visão cristã, argumentos sobre uma ética da gratuidade, assumindo responsabilidades e gestos de solidariedade na promoção humana.
O Projeto “Sonhar com Deus o Mundo!” vai na sua segunda edição e para outubro está previsto um encontro, a nível diocesano, com alunos de EMRC dos estabelecimentos de ensino parceiros desta proposta diocesana.
Que nunca deixemos de sonhar!
Na passada segunda-feira, dia 3 de fevereiro, celebramos o Dia dos Crepes! O Clube da Diversidade, em colaboração com a disciplina de Francês, comemorou a tradição francesa de La Chandeleur, que se celebra a 2 de fevereiro, 40 dias após o Natal.
Para assinalar esta data, os alunos de Francês das turmas 10.ºI e 11.ºD seguiram a tradição e prepararam deliciosos crepes para oferecer aos colegas.
A origem de La Chandeleur remonta à época romana, sendo inicialmente uma festa em honra do deus Pan – deus dos bosques, dos campos, dos rebanhos e dos pastores. Durante a celebração, os romanos percorriam as ruas da cidade com velas (ou chandelles, em francês). Mais tarde, La Chandeleur tornou-se uma festa católica associada à Apresentação de Jesus no Templo, e é celebrada em Portugal como o Dia de Nossa Senhora das Candeias.
Em França, é tradição, neste dia, confecionar e comer crepes para que haja prosperidade e abundância durante todo o ano. Acredita-se que esta tradição tenha origens medievais e esteja ligada à prática de fazer crepes para garantir uma boa colheita no ano seguinte. A sua forma redonda simboliza o sol e a fertilidade, e a tradição de o virar com a mão direita, enquanto se segura uma moeda na mão esquerda, traz boa sorte e prosperidade.
«Qui mange des crêpes quand la Chandeleur est arrivée, est sûr d'avoir argent pendant l'année.»
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