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Alunos do 6.º ano rumo a Peniche e Lourinhã
No dia 28 de maio, assinalaram-se 100 anos da implantação da Ditadura Militar em Portugal – o regime que abriu caminho à Ditadura de Salazar e que só terminaria em 1974. Não poderia haver data mais simbólica para a visita que os alunos do 6.º ano da Escola Básica e Secundária e da Escola Básica Integrada de Freixianda fizeram ao Museu Nacional Resistência e Liberdade, na imponente Fortaleza de Peniche.
À chegada, um guia acolheu o grupo e apresentou o programa da visita, começando por explicar o significado de um “Museu Nacional”: um lugar para “guardar os tesouros da memória histórica de Portugal”. Inaugurado a 27 de abril de 2024, o museu nasceu precisamente para assinalar os 50 anos da libertação dos presos políticos que ali estiveram presos durante o salazarismo.
Percorreram-se as muralhas da Fortaleza, a cadeia, o parlatório. Dentro do museu, dois espaços marcantes: a Sala Negra, com o acervo dos anos mais sombrios da ditadura, e a Sala Vermelha, dedicada ao 25 de Abril e ao alvorecer da liberdade. Um espaço muito bem organizado, apelativo, que merecia uma visita ainda mais demorada.
A tarde reservou uma surpresa diferente: o Dino Parque, na Lourinhã. Dinossauros de todos os feitios – enormes e mais pequenos, herbívoros, carnívoros e piscívoros – “habitam” no parque. Dos vários trilhos existentes, percorreu-se o do tempo do Jurássico. Nessa viagem, aprendeu-se que as placas nas costas serviam para regular a temperatura corporal, os espinhos para proteção, o bico para espetar peixes... Ficou também a curiosidade: nunca se saberá a cor dos dinossauros, pois a lama preserva a pegada, mas não a pele. E um dado surpreendente ficou gravado: as aves que vemos hoje são dinossauros vivos - e não apenas as galinhas! Na Lourinhã foi ainda encontrado o fóssil de transição – um dente atribuído ao Archaeopteryx, a ave primitiva mais antiga conhecida. Descoberto em terrenos do Jurássico Superior, com cerca de 150 milhões de anos, este achado comprova a ligação evolutiva entre os dinossauros terópodes e as aves.
Foi um dia rico em aprendizagem, mas também em convívio e cumplicidade, entre alunos e entre alunos e professores. Dias assim ficam na memória dos alunos.

Alunos de EMRC à descoberta das Berlengas
No dia 2 de junho, 65 alunos do 8º ano e 6 professores, participaram numa inesquecível visita de estudo à Ilha das Berlengas, no âmbito da disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica.
Entre paisagens deslumbrantes, momentos de convívio e muitas aprendizagens, esta atividade promoveu a partilha, o trabalho em equipa, o respeito pelo próximo e pela natureza, bem como o desenvolvimento do espírito crítico e de valores essenciais para uma convivência harmoniosa.
Foi um dia repleto de alegria, amizade e novas experiências que ficará, certamente, na memória de todos!
Alunos de EMRC do 6.º Ano vivem dia fantástico na Magikland
No passado dia 22 de maio, no âmbito da disciplina de Educação Moral e Religiosa Católica, 55 alunos do 6.º Ano do Agrupamento de Escolas de Ourém, acompanhados por 6 professores, participaram numa enriquecedora visita de estudo à Magikland.
Ao longo deste dia repleto de diversão, aprendizagem e convívio, os alunos tiveram a oportunidade de viver a alegria e a beleza do encontro e da partilha, fortalecendo laços de amizade.
Foi um dia inesquecível, marcado por momentos de entusiasmo, descoberta e crescimento pessoal.

Alunos de EMRC do Secundário convivem na Praia fluvial de Ortiga
Pelo segundo ano consecutivo, a Praia Fluvial da Ortiga, no concelho de Mação, foi o local escolhido para a atividade de final de ano dos alunos de Educação Moral e Religiosa Católica do Ensino Secundário, do nosso Agrupamento.
Alunos do 10.º e 11.º anos, tiveram a oportunidade de desfrutar da beleza natural daquele espaço, tendo como cenário o rio Tejo e a albufeira da Barragem de Belver. Ao longo do dia, acompanhados por professores e monitores, participaram em diversas atividades, como canoagem, slide, escalada, jogos tradicionais e voleibol de praia.
Foi um dia fantástico de descontração, partilha e convívio, que permitiu promover o espírito de grupo e criar memórias que certamente perdurarão para além do ano letivo. Num ambiente marcado pela alegria e pelo contacto com a natureza, esta iniciativa constituiu um momento enriquecedor de crescimento pessoal e comunitário, encerrando da melhor forma mais um ano de atividades de Educação Moral e Religiosa Católica.
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