À semelhança do ano letivo anterior, a horta biológica do Clube Eco Escolas continua a dar “os seus frutos” com a ajuda primordial do professor João Oliveira, do aluno Luís Rocha e, muito esporadicamente, de outros alunos e professores.
Logo no início do regresso às aulas, no mês de outubro, foi necessário arrancar as ervas daninhas e preparar a terra para poder plantar e semear novamente (alface, cebolo, várias qualidades de couve, ervilhas, favas, morangueiros...). Tudo sem o recurso a produtos químicos... Também foi tempo de reforçar o composto para dar força às novas culturas.
A Feira de Outono, promovida pela associação de pais e pelos professores de primeiro ciclo foi ocasião de começar a reforçar as variedades plantadas, em especial os morangueiros, cebolas e couves.
Dezembro permitiu a colheita das primeiras alfaces...
Janeiro viu nascer o cantinho das ervas aromáticas: coentros, manjericão e salsa.
Apesar da Depressão Kristin ter derrubado muitas árvores do espaço exterior da escola, a horta não foi atingida e as chuvas de janeiro e fevereiro foram essenciais para encher o depósito (instalado o ano passado com a colaboração da Junta da União de Freguesias) para a rega das culturas.
Fim de fevereiro e março foi o regresso à horta...
O terreno junto ao forno começou a ser limpo de plásticos, porque ao longo de anos os sacos com folhas para compostagem foram ali deixados misturados com muito lixo, sem aproveitamento. Quando esta tarefa estiver concluída, haverá um novo espaço fértil para instalar novas culturas.
A professora de Educação Especial Ana Sofia Valério fez questão de oferecer algumas vides para plantar e formar um parreiral, encostado à rede que delimita a horta.
Abril trouxe as primeiras colheitas: ervilhas, favas, grelos das couves e muitas alfaces...
Durante as interrupções letivas, com a falta de chuva, a colaboração das assistentes operacionais Fátima Neves e da Manuela Abreu foram essenciais para manter o ritmo de rega, tanto nas culturas da estufa, como nas de exterior.
Maio e junho também vão ser meses importantes para a nossa horta. Haverá ainda muito para colher: feijão, morango, pepino, cebola, brócolo, couve e mais alface. Venha mais água da chuva para aproveitar para regar...
Os alunos do pré-escolar têm igualmente o projeto “Mãos à horta” que está a crescer, pouco a pouco. Iniciaram as plantações em vasos e estão à espera de floreiras, que ficarão junto ao edifício das suas aulas para replantar.
Relembra-se que toda a ajuda, desde alunos, encarregados de educação ou assistentes operacionais, consoante a sua disponibilidade, será bem-vinda.
À semelhança do ano letivo anterior, a horta biológica do Clube Eco‑Escolas continua a dar “os seus frutos” com a ajuda primordial do professor João Oliveira, do aluno Luís Rocha e, muito esporadicamente, de outros alunos e professores.
Logo no início do regresso às aulas, no mês de outubro, foi necessário arrancar as ervas daninhas e preparar a terra para poder plantar e semear novamente (alface, cebolo, várias qualidades de couve, ervilhas, favas, morangueiros…). Tudo sem o recurso a produtos químicos… Também foi tempo de reforçar o composto para dar força às novas culturas.
A Feira de Outono, promovida pela associação de pais e pelos professores de primeiro ciclo foi ocasião de começar a reforçar as variedades plantadas, em especial os morangueiros, cebolas e couves.
Dezembro permitiu a colheita das primeiras alfaces…
Janeiro viu nascer o cantinho das ervas aromáticas: coentros, manjericão e salsa.
Apesar da Depressão Kristin ter derrubado muitas árvores do espaço exterior da escola, a horta não foi atingida e as chuvas de janeiro e fevereiro foram essenciais para encher o depósito (instalado o ano passado com a colaboração da Junta da União de Freguesias) para a rega das culturas.
Fim de fevereiro e março foi o regresso à horta…
O terreno junto ao forno começou a ser limpo de plásticos, porque ao longo de anos os sacos com folhas para compostagem foram ali deixados misturados com muito lixo, sem aproveitamento. Quando esta tarefa estiver concluída, haverá um novo espaço fértil para instalar novas culturas.
A professora de Educação Especial Ana Sofia Valério fez questão de oferecer algumas vides para plantar e formar um parreiral, encostado à rede que delimita a horta.
Abril trouxe as primeiras colheitas: ervilhas, favas, grelos das couves e muitas alfaces…
Durante as interrupções letivas, com a falta de chuva, a colaboração das assistentes operacionais Fátima Neves e da Manuela Abreu foram essenciais para manter o ritmo de rega, tanto nas culturas da estufa, como nas de exterior.
Maio e junho também vão ser meses importantes para a nossa horta. Haverá ainda muito para colher: feijão, morango, pepino, cebola, brócolo, couve e mais alface. Venha mais água da chuva para aproveitar para regar…
Os alunos do pré-escolar têm igualmente o projeto “Mãos à horta” que está a crescer, pouco a pouco. Iniciaram as plantações em vasos e estão à espera de floreiras, que ficarão junto ao edifício das suas aulas para replantar.
Relembra-se que toda a ajuda, desde alunos, encarregados de educação ou assistentes operacionais, consoante a sua disponibilidade, será bem-vinda.
No Dia Internacional da Mãe Terra, celebrado a 22 de abril, pelas 11h, a Escola Básica Integrada de Freixianda, uma das escolas mais afetadas pela Depressão Kristin, foi o palco escolhido para a cerimónia principal da iniciativa “Abril, Planta Mil”, integrada no projeto “Reerguer Ourém”.
Após uma pequena apresentação do projeto e as respetivas intervenções oficiais dos representantes das várias entidades convidadas (Diretora do Agrupamento de Escolas de Ourém, Administrador da BeWater, Administrador da Tejo Ambiente, Presidente da Águas do Centro Litoral, Presidente da União de Freguesias de Freixianda, Ribeira do Fárrio e Formigais e Vice-Presidente da Câmara Municipal de Ourém), os alunos do Pré-Escolar ao 9.º ano de escolaridade procederam à plantação, por ano, de várias árvores das espécies pinheiro-manso, tília, carvalho alvarinho e castanheiro-da-índia.
Este desafio, lançado pelo Município de Ourém e envolvendo as empresas Águas do Centro Litoral, BeWater e Tejo Ambiente, permitiu a plantação, nesse mesmo dia, de cerca de 70 árvores, de 21 espécies no total, por todas as escolas do Concelho de Ourém.
O Dia Internacional da Mãe Terra foi criado através da Resolução 63/278 da Assembleia Geral das Nações Unidas, a 22 de abril de 2009. O seu objetivo é promover a preservação do meio ambiente e chegar a um equilíbrio justo entre as necessidades económicas, sociais e ambientais das gerações presentes e futuras. Pretende, igualmente, mobilizar a sociedade civil para a concretização de medidas que protejam o planeta Terra.
A fim de colmatar a dificuldade inerente a lidar com o stress e ansiedade causados por múltiplos fatores, como a aproximação dos exames nacionais, a psicóloga Rita Rebelo levou a cabo duas sessões com a turma 11.º A da Escola Básica e Secundária de Ourém, onde abordou a importância da ansiedade como mecanismo regulador, em circunstâncias normais, e técnicas para a controlar quando sai desses padrões. Do autoconhecimento aos comportamentos promotores da saúde mental, dos métodos de respiração a apps que ajudam a consciencializar as dificuldades e os fatores desencadeadores do stress, ansiedade ou ataques de pânico, foram várias as abordagens e os exercícios diferenciados.
Esta intervenção surgiu na sequência das conversas com alunos e encarregados de educação, que solicitaram e apoiaram a promoção desta estratégia, inserida no plano de atividades da turma.
Os alunos, os encarregados de educação e a Diretora de Turma agradecem a ajuda e a disponibilidade da psicóloga Rita Rebelo.






